Valor?
Publicado em 15/12/2025 às 14:28
O que realmente tem valor?
Seria aquilo que os olhos veem, ou aquilo que permanece oculto, à espera de ser revelado?
Imagine a seguinte cena: você pode escolher entre dois carros. No entanto, não pode tocá-los, nem se aproximar. De um lado, reluz uma Ferrari 250 GTO, cujo valor de mercado gira em torno de impressionantes 51,7 milhões de dólares. Do outro, repousa um modesto Corsa, ano 2012, discreto, comum aos olhos desatentos.
Mas o que você ainda não sabe muda tudo.
A Ferrari, por trás de sua aparência impecável, é apenas uma réplica de papelão. Seu valor real não ultrapassa os 25 reais. Já o Corsa, silencioso e simples, é o último exemplar produzido no Brasil, com zero quilômetros rodados, uma raridade, item de colecionador, cuja importância histórica e simbólica supera em muito sua aparência modesta.
E então, diante disso, te pergunto novamente: o que tem mais valor?
Talvez essa cena nos revele algo mais profundo, que o valor verdadeiro não está no que brilha aos olhos, mas no que resiste ao tempo, no que carrega história, autenticidade e essência. O que tem valor, afinal, nem sempre se mostra de imediato. Muitas vezes, mora no invisível, naquilo que exige mais do que olhar... exige perceber.
Seria aquilo que os olhos veem, ou aquilo que permanece oculto, à espera de ser revelado?
Imagine a seguinte cena: você pode escolher entre dois carros. No entanto, não pode tocá-los, nem se aproximar. De um lado, reluz uma Ferrari 250 GTO, cujo valor de mercado gira em torno de impressionantes 51,7 milhões de dólares. Do outro, repousa um modesto Corsa, ano 2012, discreto, comum aos olhos desatentos.
Mas o que você ainda não sabe muda tudo.
A Ferrari, por trás de sua aparência impecável, é apenas uma réplica de papelão. Seu valor real não ultrapassa os 25 reais. Já o Corsa, silencioso e simples, é o último exemplar produzido no Brasil, com zero quilômetros rodados, uma raridade, item de colecionador, cuja importância histórica e simbólica supera em muito sua aparência modesta.
E então, diante disso, te pergunto novamente: o que tem mais valor?
Talvez essa cena nos revele algo mais profundo, que o valor verdadeiro não está no que brilha aos olhos, mas no que resiste ao tempo, no que carrega história, autenticidade e essência. O que tem valor, afinal, nem sempre se mostra de imediato. Muitas vezes, mora no invisível, naquilo que exige mais do que olhar... exige perceber.